sexta-feira, 29 de março de 2013

O verdadeiro sentido da Páscoa


verdadeira Páscoa, sentido Páscoa


Há dois mil anos atrás, um homem veio ao  mundo disposto a ser o maior exemplo de amor e verdade que a humanidade conheceria.
Sua proposta de vida não foi entendida por muitos e então, condenaram este
homem e crucificaram-no, ignorando  todos os seus propósitos de um mundo melhor.
Houve dor, angústia e escuridão.
Por três dias, o sol se recusou a brilhar,  a lua se negou a iluminar a Terra, até que no terceiro dia algo aconteceu...
Houve a ressurreição!

A Páscoa existe para nos lembrar deste espetáculo inigualável
chamado ressurreição!
Páscoa...
Ressurreição do sorriso...
Ressurreição da alegria de viver...
Ressurreição do amor...
Ressurreição da amizade...
Ressurreição da vontade de ser feliz.

Ressurreição dos sonhos, das  lembranças e de uma verdade que
está acima dos ovos de chocolate ou até dos coelhinhos:
Cristo morreu, mas ressuscitou  e fez isso somente para nos ensinar
a matar os nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes
sepultadas no íntimo de  nossos corações.

Que esta seja a verdade da sua Páscoa.

Feliz Páscoa!
Fonte : Mensagens e Poemas


quinta-feira, 21 de março de 2013

Deus está nos detalhes


Deus controle, detalhes, fé

 Uma criança chorou. Isso mudou todo o curso da história da humanidade.

Deus está nos detalhes. A doutrina da providência divina declara que o governo providencial de Deus se estende a todas as coisas grandes e pequenas.
Coisas insignificantes podem proporcionar grandes conseqüências. O bater das asas de uma borboleta na China produz perturbações minúsculas nas correntes de ar, no final, afetam o tempo no outro lado do planeta.

Qual foi o choro que se ouviu por todo o mundo? Era o choro de uma criança que estava a mercê das ondas no rio Nilo. Moisés.
Um dos Faraós do antigo Egito decidiu reduzir o crescimento populacional do povo hebreu, escravos dos egípcios à época. Para tanto, declarou que as próprias parteiras hebréias deveriam matar as crianças que nascessem. Contudo, em um ato heróico de desobediência civil, as parteiras se recusaram a executar o serviço e tentaram encobrir sua rebeldia.




No entanto, uma das mulheres hebréias que dera a luz tomou um cuidado extra, incomum, para proteger seu filho:Tomou uma arca de juncos, e a revestiu com barro e betume; e, pondo nela o menino, a pôs nos juncos à margem do rio.” Ex 2:3

Se houve uma mãe que entregou o filho às mãos da providência de Deus, foi esta.Ela deixou a pequena arca flutuar e ser carregada para onde a corrente levasse. A irmã mais velha da criança se postou perto da margem do rio, observando à distância o cesto flutuar enquanto era carregado pela correnteza. Naquele momento , os únicos olhos que estavam sobre o cesto eram os da irmã e os olhos de Deus.

Então, aconteceu algo que alguém consideraria uma coincidência. Os olhos de outra pessoa viram o objeto no rio. O que atraiu estes olhos para o rio é uma questão de suposição. Talvez fosse o choro da criança.




Aconteceu que, de todo o povo da face da terra, quem viu a arca que estava flutuando naquele lugar, naquela hora foi a filha do Faraó. A Bíblia não diz que ela ouviu o choro da criança. Entretanto, quando ela pegou a arca, a criança estava chorando, o que me leva a pensar que foi o choro que chamou sua atenção em primeiro lugar. É evidente que ela conhecia o decreto do pai. Se obedecesse ao decreto, ela teria lançado a criança de volta no rio. Mas esse não foi o fim da história porque a mulher teve compaixão. A criança chorou…

Os acontecimentos que se seguiram são quase tão surpreendentes como a própria descoberta. A irmã observou quando a criança foi tirada do rio, pensando rapidamente, ela foi à filha do Faraó e se ofereceu para encontrar uma mulher que cuidasse do infante. Podemos ver outra ironia, ela poderia ter dito “Não!’, em vez disso, ela disse “Vai!” . Então, a irmã do bebê partiu e trouxe sua mãe, onde se deu a ironia final. A própria mãe foi chamada para cuidar da criança. Seu filho lhe fora devolvido pela mão da providência de Deus que agia por intermédio da filha de Faraó.



Deus não se surpreendeu com o fato da filha de Faraó ir a margem do rio em um dia fatal da história. Ele não se surpreendeu com o fato da criança chorar. Ele ordenou que a criança chorasse e determinou que a princesa estivesse ali naquele exato instante. Deus não conhece acasos.

Fazemos o jogo do “O que aconteceria se?” Poderíamos supor que, se a criança não tivesse chorado, Moisés não existiria. Se Moisés não existisse, não haveria o Êxodo. Se o Êxodo, não haveria a Lei do Sinai. Sem a Lei, não existiriam os profetas. Sem os profetas, não existiria Jesus. Sem Jesus, não haveria a cruz. Sem a crus, não haveria a redenção. Sem a redenção, nada de cristianismo. Sem cristianismo, não haveria a Civilização Ocidental tal como a conhecemos. Tudo isto aconteceria se uma criança numa arca caseira deixasse de chorar no momento certo.

Contudo não há “O que aconteceria se?” em Deus. Ele é um Deus cuja providência está nos detalhes. Inclusive na sua, e na minha vida.
R. C. Sproul, em “A INVISÍVEL MÃO DE DEUS”

Fonte: Salmo 37

sexta-feira, 8 de março de 2013

Surpreendidos


Vede entre os gentios e olhai, e maravilhai-vos, e admirai-vos; porque realizarei em vossos dias uma obra que vós não crereis, quando for contada.” Hb 1:5

Às vezes, Deus dá respostas inesperadas às orações. Isso, mais que qualquer outra coisa, foi o que realmente assustou o profeta Habacuque. Por longo tempo parece que Deus não responde  absolutamente nada. Então, quando vem a resposta, o que Ele diz é ainda mais misterioso do que a Sua aparente falha em não dar ouvidos às nossas orações.
John Newton escreveu um poema descrevendo uma experiência pessoal similar. Ele aspirava a algo melhor em sua vida espiritual. Clamava por um conhecimento mais profundo de Deus. Mas, em vez disso, Newton teve uma experiência que durou meses na qual parecia que Deus o abandonara. Ele foi tentado e provado além da sua possibilidade de compreensão. Contudo, por fim, ele veio a entender o que se passava e viu que foi desse modo que Deus respondeu à sua oração. Deus deixara que ele descesse ao fundo para ensiná-lo a depender inteiramente Dele. Depois que Newton aprendeu a lição, Deus o livrou da sua provação.
Temos a tendência de prescrever as respostas às nossas orações. Achamos que Deus só pode responder de um jeito. Mas as escrituras nos ensinam que, às vezes, Deus responde às nossas orações permitindo que as coisas piorem antes de ficarem confortáveis para nós. Muitas vezes, Ele faz o oposto do que antecipamos. Contudo,  um princípio fundamental da vida e do andar da fé consiste em estarmos sempre preparados para o inesperado quando estamos tratando com Deus.
O melhor disso é que, sempre o inesperado de Deus nos surpreende alegremente.
D. Martyn Llloyde-Jones, em “DO TEMOR À FÉ”

Fonte: Salmo 37

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