domingo, 22 de dezembro de 2013

Natal - O sonho de Maria



Tive um sonho esta noite, José. E não entendo. Realmente, não entendo, mas acho que foi sobre uma celebração de aniversário para nosso Filho. As pessoas tinham se preparado para isso durante umas seis semanas aproximadamente. Tinham decorado a casa e comprado novas roupas. Tinham feito muitas compras e presentes bem elaborados também foram comprados.

Era peculiar, embora, porque os presentes não eram para nosso filho. Embrulharam-nos em papel lindo e os amarraram com laços adoráveis e os empilharam sob uma árvore.

- Sim, isso mesmo, uma árvore, José, dentro de casa. Tinham decorado a árvore também. Os ramos estavam cheios de bolas e ornamentos cintilantes. Havia uma figura no topo da árvore. Pareceu-me ser um anjo.

- Ó, mas era lindo. Todo mundo risonho e feliz. Estavam todos animados com os presentes. Deram os presentes um ao outro, José, mas não a nosso Filho.

- Eu acho que eles não O conheciam. Eles nunca mencionaram seu nome. Não te parece estranho as pessoas celebrarem o aniversário se eles não conhecem o aniversariante?

- Tive o estranho sentimento que se nosso Filho tivesse ido a esta celebração, ele teria sido um intrometido.

- Tudo era tão lindo, José, e todo o mundo tão cheio de alegria, mas fizeram-me chorar. Como é triste para Jesus não ser querido na celebração de seu próprio aniversário...

- Mas estou feliz por ter sido apenas um sonho, José. Como seria terrível se tivesse sido real...

Autor Desconhecido

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Reencontros



Aquele cheiro de feijão cozinhando foi demais para Eduardo. Depois de muito tempo nas ruas, comendo os restos do que conseguia, ele deixou-se levar pelo aroma daquele feijão e, quando viu, estava batendo palmas naquela casa de onde provinha o aroma tão marcante. Uma senhora de cabelos brancos e com um avental na cintura, também branco, atendeu e não se assustou com a roupa dele, já muito gasta, nem pelos seus cabelos enormes, que há muito não viam um corte.

Eduardo ficou mudo diante daquele rosto tão bondoso. Sua voz não saía, e ele gaguejou:
- "Bom...bom...bom dia. Sabe, é que eu senti o cheiro do feijão cozinhando e lembrei me da minha mãe, lembrei-me da fome e resolvi pedir um pouco, se a senhora puder. Pode ser num copo plástico mesmo, só para eu poder matar a vontade de comer esse feijão tão cheiroso.

Dona Benedita ficou surpresa com o desejo daquele menino. Sim, apesar das roupas velhas e sujas, do rosto marcado pela sujeira, aquele rapazote não deveria ter mais do que 15 ou 16 anos. Até hoje ela não sabe o porquê daquele gesto tão incomum nos tempos atuais, onde a violência está em cada esquina. O fato é que ela se comoveu com aquele menino e pediu para que entrasse.

Eduardo não sabia o que fazer. Nunca alguém o convidara para entrar em uma casa. O máximo que faziam era dar uma comida misturada em latas de goiabada ou em embalagem plástica de sorvete, que normalmente as pessoas nem queriam de volta, como se ele tivesse alguma doença contagiosa.

Timidamente ele entrou naquele quintal enorme e, seguindo aquela senhora tão amável, entrou numa cozinha muito bonita, simples, com azulejos azuis claros nas paredes, piso vermelho brilhando, uma mesa e 4 cadeiras brancas. Na mesa, uma toalha muito branca e já sobre ela, arroz em uma travessa, água fresca, pratos e copos."Ah, meu Deus, o paraíso deve ser assim!", pensou Eduardo.

Sem saber o que fazer, ficou ali, na porta, em pé, observando aquele ambiente que lhe deu uma paz indescritível. Ele já estava andando pelas ruas há mais de 4 anos, desde que sua mãe morreu, lá naquele Estado distante, Sem nenhum parente. Eduardo lembrava-se apenas da mãe dizendo que teve um paizinho muito querido, que morava em São Paulo, lá pelas bandas da Vila Maria, que ela amava muito e queria tanto ver.
Lembrava da mãe chorando todas as noites, falando baixinho para ele não acordar, da saudade do pai e da mãe tão amada, que morreu de uma doença nos pulmões, sem rever os parentes.

Dona Benedita, voltou de um dos cômodos trazendo uma toalha e algumas roupas usadas mas muito limpas, e foi falando para ele tomar um bom banho e se trocar, enquanto ela acabava o feijão. Sem saber muito o que fazer, Eduardo entrou naquele banheiro e tomou o banho mais gostoso da sua vida. Ele também nunca viu tanta água encardida sair de uma pessoa...

Aos poucos, aquela marca e aquela casca impregnada das ruas foram saindo. Junto iam as dores, as mágoas, e ele se pegou cantando. Quando saiu do banheiro, Dona Benedita ficou parada olhando para aquele rosto, os cabelos ligeiramente alourados, cheios de cachos...

Dona Benedita imediatamente lembrou-se da sua filha, que saíra de casa numa briga com o pai. Ela engravidara de um rapaz que não quis assumir a criança. Vicente, homem das antigas, não soube entender a filha mais nova, grávida e sem marido, e, num gesto impensado, mandou-a embora. Os dois discutiram e moça falou que ela não era mais a sua filha. Ela saiu naquela noite de Setembro e nunca mais deu notícias.

Aquilo foi demais para o velho pai, que, apesar do modo grosseiro de tratar os filhos, rude, acostumado somente ao trabalho, amava como louco a sua filha, e todos os dias, depois que ela partiu, saia às ruas atrás de notícias, de alguma pista que o levasse até ela. Arrependido, Vicente foi definhando, definhando e morreu 4 meses depois, sem nunca mais a ver.

E ali estava aquele rapazote, com o rosto parecido com o da filha. Mas, Dona Benedita voltou à realidade do feijão na mesa, e o mandou sentar. Quando o rapaz colocou a primeira garfada na boca, grossas lágrimas escorreram pelo seu rosto. Dona Benedita, percebendo a situação, perguntou: "Que foi filho? O feijão está tão ruim assim que te fez chorar?".

Eduardo sorriu timidamente e disse que não. Era apenas a lembrança da mãe que ele amava tanto...
Em silêncio eles comeram e, notando o apetite do rapaz, ela mesma o serviu mais duas vezes. Depois, ela passou um café; perguntou o seu nome; quis saber um pouco da sua história. Ele só falou o nome e saiu agradecendo a sua melhor refeição dos últimos tempos.

Meia hora depois, com roupas limpas, banho tomado e barriga forrada, Eduardo acabou descobrindo que já estava na Vila Maria e isso acendeu a sua esperança. Mas, quando a noite chegou, ele viu, pelas luzes que se acendiam, que aquele lugar era muito grande, e sem maiores detalhes do avô e da avó que nunca tinha visto, imaginou que seria impossível encontrar os parentes.

Enquanto isso, Dona Benedita, estava no seu quintal, observando a noite. Tem sido assim desde que a filha sumiu no mundo. Sempre olhando para o céu, ela sempre nota que uma estrela se destaca das outras, É para essa estrela que ela se dirige há muitos anos, como se fosse para a própria filha. Nessa noite, o seu coração estava inquieto. Aquele rapaz na cozinha mexeu com ela. Ao olhar para a sua estrela favorita, notou que ela parecia girar, brilhando mais forte. Dona Benedita imediatamente reviu a imagem do Eduardo e ficou pensando...

No dia seguinte, Dona Benedita sai cedo, sem destino. Passou pelas ruas perguntando se alguém tinha visto um andarilho, descrevendo-o. Ela precisava tirar uma dúvida e não podia perder a oportunidade.
Encontrou-o numa praça, sendo abordado por dois policiais, que o agarravam com ares de poucos amigos. Dona Benedita chamou-o pelo nome e, ao olhar para ela, os policiais soltaram-no e perguntaram se ela o conhecia. Ela respondeu afirmativamente, o que fez com que o menino fosse libertado.

Assustado, Eduardo agradeceu pela gentileza e Dona Benedita fê-lo sentar no banco e contar a sua história. Conforme ele ia contando, a mulher percebia os pontos em comum com a história da sua filha: o tempo decorrido e a sua idade, os cabelos cacheados e aqueles olhos, que agora ela parecia ver como um espelho, que refletiam os olhos do seu amado marido. Quando ele falou o nome da sua mãe, Dona Benedita começou a chorar. Chorou tanto e abraçava tanto Eduardo que ele ficou com medo de ela morrer: "Mas, dona, o que foi que eu fiz?... Por favor, me fale... Pare de chorar.

Dona Benedita secou as lágrimas e contou a história da filha. Então, Eduardo percebeu que a sua busca tinha acabado. Ela acabou de encontrar a sua família e foi a vez de ele se entregar naquele colo e chorar.


O tempo passou...

Mais de 12 anos já se passaram desde aquele "reencontro". Eduardo é um arquiteto de muito prestígio na construtora onde trabalha. Casou-se e tem dois filhos e, mesmo podendo morar no seu elegante apartamento, preferiu ficar naquela casa que o abrigou, ao lado da sua avó, que sempre faz aquele feijão cheiroso que o conquistou.

Toda noite Dona Benedita ainda sai para o quintal, olha para o céu e fala com a filha, olhando para aquela mesma estrela, que agora, desde o dia em que Eduardo apareceu, tem outra estrela ao lado. Dona Benedita tem certeza que pai e filha se reencontraram no céu, no lugar onde o amor venceu e sempre vencerá.

E, se essa história lhe parece impossível, talvez seja por isso que ainda sofra com algumas decepções e deixe de lutar pelos seus sonhos. Talvez tenha esquecido de amar um pouco mais, de dar mais dois passos na direção à sua estrela e descobrir que, apesar da noite escura e chuvosa, ela jamais deixou de brilhar.

(Autor Desconhecido)

Cave poços no deserto



Não devemos nos acomodar com os problemas
e considerá-los parte da nossa vida,
pois Deus abençoa, e não amaldiçoa.
A cada dia temos a oportunidade para crescer
e aprofundar nossa vida em Deus.

Alguém já disse que a glória de hoje
tem raízes nas tribulações de ontem.
Não aceitamos os problemas como
uma ordem de Deus para a nossa vida,
mas também não nos desesperamos
nem nos revoltamos por causa deles.

Caminhamos firmes, rumo às promessas
e ao cumprimento dos sonhos de Deus para nós.
Esse caminhar seguro, nos capacitará a cavar poços no deserto
e a fazer brotar a vida de Deus em meio às adversidades.

O tempo da nossa jornada ali será frutífero,
pois não apenas beberemos das águas,
mas as daremos a quem passar por nós,
aos que verão Deus em nossa vida.

Brilhar nas adversidades
é sentir Deus agindo em nossa vida,
mesmo quando tudo indica que Ele está desinteressado;
é poder sorrir quando a alma chora,
pois o espírito está em unidade com o Pai;
é amar e ajudar quando nós mesmos
precisamos de ajuda. Josué 1:9. Amém!

Que o Senhor me perdoe por todas as vezes que me lamentei, quando ainda tinha forças para lutar. Deus abençoe as nossas vidas!


sábado, 23 de novembro de 2013

Deus faz tudo ser diferente



Você já ouviu a história do porquê o elefante de circo não foge se só está amarrado por uma corda presa a uma estaca no chão? É porque ele foi amarrado assim desde pequeno e quando tentava se soltar, não tinha forças para isso. De tanto tentar e jamais conseguir, acabou se conformando com a situação. Agora adulto, tendo força suficiente para se libertar, nem tenta mais porque acredita não ser capaz.

Isso também acontece com a gente. Quantas vezes tentamos alcançar nossos objetivos e fracassamos e acabamos desistindo por acreditar ser impossível? Mas fracassamos porque tentamos sozinhos. Tente de novo. Você não está mais sozinho, Deus agora está com você. E Deus faz tudo ser diferente. Para Ele não há impossível. Não importa quantas vezes você fracassou, o Senhor te estende a mão e te diz: Venha, eu guiarei os teus passos.

Mas você pode pensar: mas eu já coloquei nas mãos de Deus e ainda assim não deu certo. Bem, às vezes acontece de a gente querer tanto uma coisa que se convence de que vai dar certo de qualquer jeito. Mas isso não é fé. Fé é você estar em perfeita sintonia com Deus, entregar teus planos nas mãos Dele e realmente descansar. Não fique com medo, Deus jamais vai te decepcionar. Não deixe a dúvida entrar no seu coração, ela te paralisa e te enfraquece. Você não vai conseguir sair do lugar se duvidar. Saiba que a expressão que mais se repete na bíblia é Não Temas.

Confie, confie, confie! Mesmo que pareça impossível, mesmo que nunca tenha dado certo antes. Peça sabedoria a Deus, peça para Ele te guiar os teus passos. E se as coisas não acontecerem imediatamente, continue confiando, não desanime. Lembre-se: você não vai resolver sua situação se desanimar, o desânimo não traz nada de valor, só atrasa a sua benção.

Uma história, não sei de quem é, conta que, num período de seca, as pessoas de uma determinada cidade se reuniram para orar a Deus pedindo chuva, mas só um garoto levou o guarda-chuva. Ou seja, só ele de fato acreditava no milagre. Seja como esse garoto. Deus é fiel e jamais desampara os que Nele confiam.


Autora: Alice

Como alguns já sabem, periodicamente estarei publicando textos de minha autoria aqui no blog. 
Os textos terão o marcador Minhas Reflexões. Se você quiser ler o primeiro post é só clicar - Aprendendo a Confiar em Deus.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O Bosque



Um médico, cujo “hobby” era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias.
O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava. Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer.

Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava. Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria.

Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima.
Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo.

Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries.
Disse-me ainda, que frequentemente dava uma palmadinha nas suas árvores, com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas.

Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho.
Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei. Vários anos depois, ao retornar do exterior fui dar uma olhada na minha antiga residência.

Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes.
Meu antigo vizinho, havia realizado seu sonho! O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno.

Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda. Que efeito curioso, pensei eu…
As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto o tratamento mais fácil jamais conseguiriam.

Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos. Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido. Frequentemente, oro por eles. Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis:
Meu Deus, livre meus filhos de todas as dificuldades e agressões desse mundo”… Tenho pensado, entretanto, que é hora de alterar minhas orações. Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos.
Sei que eles encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram, têm sido ingênuas demais. Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar. Portanto, pretendo mudar minhas orações. Farei isso porque, quer nós queiramos ou não, a vida é não é muito fácil.
Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos locais mais remotos.


Oramos demais para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolver raízes fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente, ao invés de sermos subjugados e varridos para longe.

sábado, 9 de novembro de 2013

Aprendendo a confiar em Deus



A base do nosso relacionamento com Deus, assim como todo tipo de relacionamento, é a CONFIANÇA. Se você está com alguém, namorado(a), esposo(a), etc. E você diz que confia nele(a) mas está sempre bisbilhotando o celular, o e-mail, a rede social da pessoa, como isso pode ser confiança?

Assim somos nós com Deus. Ele fala, a gente crê, vem uma adversidade, a gente desanima, começa a duvidar...Pedimos ajuda ao Senhor e Ele nos fortalece, renova Suas promessas. Aí ficamos bem de novo. Mas quando vem outro problema e a situação parece impossível de resolver, nós desanimamos de novo.

Entenda, o Senhor faz a parte Dele, mas você tem que fazer a sua também, não duvidando, mas permanecendo firme na fé. Eu sei que não é fácil, principalmente quando a situação parece impossível, e muitas você até se sente envergonhado por crer em uma coisa que parece tão absurda de se cumprir. Mas repare que eu disse parece, porque se Deus prometeu, Ele é fiel para cumprir. Deus não mente. Imagine Noé, como ele deve ter sido ridicularizado por construir a arca quando não havia um indício sequer de dilúvio. Mas ele creu na palavra de Deus. Deus te pede hoje, confia em Mim. Você pode fazer isso?

É como uma criança, você diz a ela para não correr, que ela pode cair e se machucar. Mas de repente ela tá longe das suas vistas, sai correndo, cai e se machuca. A culpa é sua? Não. Você avisou várias vezes, mas ela escolheu não te ouvir. Assim somos nós. Deus fala, mas cabe a nós escolher acreditar e confiar. Eu sempre achei que um dia acordaria com uma grande fé, de modo que acontecesse o que fosse eu não duvidaria. Mas eu estava errada, muito errada. Acreditar em Deus é uma escolha que a gente faz. Claro que uma enxurrada de dúvidas vêm sobre nós, mas devemos ser fortes e ignorá-las, não é fácil, mas dia a dia ficamos mais fortes. E como li em algum lugar, a fé é racional, pois é baseada no caráter imutável de Deus.

Isso tudo significa que sou forte e inabalável? Não, de jeito nenhum. Tenho minhas crises de fé, mas sei que não posso ficar estagnada no mesmo lugar, na mesma situação. Esta é forma que encontrei, para dia a dia, fortalecer minha fé no Senhor e vencer.


Autora: Alice

domingo, 3 de novembro de 2013

Lalice Atelier

Oi gente, vocês já conhecem meu novo blog? O Lalice Atelier é um blog de variedades. Nele você encontra artes em feltro, enfeites natalinos, anjos de juta, organizadores de bolsa, acessórios para a Copa do Mundo, e muito crochê. São bolsas, lembrancinhas, sapatinhos de bebê e muito mais! Continue nos acompanhando porque sempre temos novidades.

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www.laliceatelier.blogspot.com.br

Veja uma amostra do que temos:



terça-feira, 29 de outubro de 2013

Caminhando com Deus

Jesus Cristo


A fé nasce da experiência pessoal com Jesus como Senhor.Esperança é o ato de acreditar na promessa de Jesus acompanhada da expectativa de cumprimento. Confiança é o feliz casamento da fé com a esperança.

No Evangelho de Lucas, o centurião confessa sua fé em Jesus com as seguintes palavras: Senhor [...] não sou digno que entres na minha casa”; e confessa sua esperança: “…porém manda com uma palavra e o meu rapaz será curado” (7:7). Então, Jesus “…voltando-se para o povo, disse: “Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta” (7:9).

Fé + Esperança = Confiança.

No Evangelho de João, um oficial do rei, cujo filho estava doente, vai até Jesus e pede: Senhor, desce, antes que meu filho morra”. E Jesus diz: “Vai [...] teu filho vive” (Jo 4:49-50). O homem põe sua confiança nas palavras proferidas por Jesus e segue para casa. Novamente vemos a fé na pessoa de Jesus e a esperança em Sua promessa.

Em Marcos, um pai leva a Jesus seu filho possuído por um espírito imundo e pede: “…se tu podes alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos”. Jesus responde; “Se podes! Tudo é possível ao que crê”. Então o pai do menino exclama de imediato: “Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!” (Mc 9:22-24). O que está faltando neste caso? Esperança. O homem crê em Jesus, mas falta-lhe convicção de que sua expectativa de cura se confirmará.

Fé e esperança atuam juntas na formação do discípulo que confia.

Em seu discurso de despedida, Jesus diz: E a vida eterna é esta: que te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a quem enviastes” (Jo 17:3).

Este é um ponto de importância crucial para nossa compreensão do que significa confiar em Jesus – o conhecimento de quem é Jesus. Este conhecimento é fruto de um encontro de fé com Jesus, o Cristo. Sem a experiência é impossível receber a revelação de Deus no Cristo.Somente Jesus revela quem é Deus. Ele é a nossa fonte de informação acerca da transcendência e da divindade. Não podemos deduzir coisa alguma a respeito de Jesus com base no que pensamos saber sobre Deus; precisamos, porém, deduzir todas as coisas a respeito de Deus com base no que sabemos sobre Jesus. 

Não há fé isenta de dúvida, nem esperança imune de ansiedade, nem confiança livre de preocupações. Dúvida, ansiedade e preocupação lançam sobre nós sua sombra em variados graus. Conquanto internamente venhamos a dar consentimento a essas diversas facetas do medo, elas não são motivo para alarme, pois não são atos voluntários. Quando ameaçam nos consumir, podemos vencê-los com um ato de confiança simples e espontânea: “Jesus por tua graça aquieto-me por um momento e ouço-te dizer – ‘Sou Eu! Não tenhas medo!" 

Jamais subestime o poder da verdade que se libera em nossa experiência com Jesus e se amplia em nossa fidelidade na busca de Sua face.

Depois da experiência inicial, a perseverança na busca vitalícia de uma intimidade cada vez maior com Jesus, por mais que venhamos a tropeçar e cair, transforma-se não apenas num antídoto para a desesperança e o desespero, mas na trilha segura que leva à certeza divina que supera as dúvidas, a ansiedade e as preocupações.

O único caminho para conhecer e conviver com Deus (bebendo da Sua Paz, do Seu Poder e da Sua Sabedoria) é conviver íntima e profundamente com Jesus Cristo, e nada mais.

CONFIANÇA CEGA”

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

De fé em fé




Aprenda a viver de fé em fé.

De acordo com Romanos 1:17 –
“visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé”. Essa é a maneira como a justiça de DEUS é revelada.

O SENHOR precisou revelar-me que, em vez de viver de fé em fé, eu vivia frequentemente de fé em dúvida e descrença. Então voltava à fé por um pouco e mais tarde retornava à dúvida e à descrença. Ia para trás e para frente, de uma à outra. Por isso estava tendo tantas dificuldades na minha vida. É impossível ter alegria e paz vivendo na descrença.

Lembre-se, de acordo com Tiago 1 :7-8, o homem de ânimo dobre é instável em todos os seus caminhos e jamais recebe o que ele quer do SENHOR. Decida que você não será de ânimo dobre; não viva na dúvida. Não se deixe dominar pela ansiedade, não seja escravo da pressa, dê a você o tempo que Deus tem planejado para realizar maravilhas em tua vida. Não desanime diante do tempo perfeito de Deus, viva pela fé, de fé em fé.

Visite o Site:
http://salmo37.wordpress.com/



Joyce Meyer, em “CAMPO DE BATALHA DA MENTE
http://salmo37.wordpress.com/


sábado, 12 de outubro de 2013

A escada



Minha amiga Mildred fazia progresso, recuperando-se lentamente de um derrame cerebral. Ela ainda lutava para sentar-se direito e para falar.

A cada vez em que eu a visitei no asilo, as linhas de frustração em seu rosto estavam um pouco mais profundas. A frase que ela mais pronunciava era,

- Por que?

E nada que eu dissesse trazia-lhe conforto. Lutei também.
Em minhas orações eu pedi, - Senhor, como posso ajudar?

Certa noite me despedi de Mildred e fui jantar com minha mãe. Fui ao banheiro lavar as mãos e notei algo peculiar: uma longa faixa de papel higiênico cobria boa parte da bacia da pia.

- Mãe, o que este papel está fazendo aqui? Perguntei.
- Havia uma aranha na pia.

Ela deslizava toda vez que tentava sair e eu quis ajudá-la, então eu fiz uma escada. Minha mãe respondeu.
- Acho que funcionou. Ela não está mais aqui. Respondi.

Retirei a "escada," pensando em minha amiga Mildred.
Ela estava presa também, e eu já tinha trabalhado muito tentando levantá-la. Talvez o que ela precisasse fosse mais como o que minha mãe tinha oferecido à aranha.

Em minha visita seguinte, Mildred outra vez perguntou,

- Por que?

Eu não tentei achar uma razão. Eu peguei em sua mão e, no silêncio, eu vi como a amizade pode ser uma escada. Palavras ou explicações deixaram de ser necessárias, apenas a simples confiança da amizade e minha amiga Mildred percebeu que não encararia sua luta sozinha.

Não deixe quem você ama, encarar uma luta como essa sozinha...que a amizade pura seja a escada que lhe trará uma alegria para toda vida...

AUTOR DESCONHECIDO

domingo, 29 de setembro de 2013

Como Perdoar



A razão principal para que haja tanta dificuldade em se perdoar é que muitas pessoas não sabem o que significa a palavra "perdão" ou se sabem, não estão dispostos ou preparados para perdoar verdadeiramente.

O perdão não é só pedir desculpas. Fazendo assim, você está admitindo o problema, mas não a sua responsabilidade.

O perdão não é condicional e não pode ser conquistado. Não se pode exigir mudanças na pessoa: "Talvez, se colocar sua vida em ordem, eu a perdoe". Não se pode estabelecer condições para o perdão.

O perdão não é um sentimento, pois haverá ocasiões em que você não sentirá que perdoou.
O perdão não é arquivar os erros. O perdão não é fingir que não houve nada de errado. É muito comum a pessoa continuar vivendo como se não houvesse problema algum. Se é assim que você está lidando com a situação, não se surpreenda se o problema voltar a persegui-lo.

O perdão não é indiferença. Se sua atitude é "e daí?", está ignorando o conflito que precisa ser solucionado. A indiferença é superficial.

O perdão não justifica o mal. Ter resolvido a ofensa pessoal através do perdão não significa justificar uma atitude errada.
O perdão não é só dizer: "Vamos esquecer tudo isto". Você não se esquece. Ao contrário, torna-se uma fonte de irritação e ressentimento. Esquecer não resulta em perdoar, mas na verdade o perdão resulta em esquecimento.

O perdão não é tolerância. Simplesmente tolerar o problema não resolve e não melhora o relacionamento.

O perdão não tem como objetivo ensinar uma lição ao ofensor.

O perdão não significa que não advirão consequências. Pode acontecer a perda de reputação, de dinheiro, de sono, danos emocionais e um sem-número de inferências.

O perdão não implica na mudança da pessoa perdoada. Quer mude, quer não, o mandamento de Deus é perdoar; não somos responsáveis pelos atos alheios.

Perdoar não é tolerar um ato mau ou prejudicial. Tolerar significa que a pessoa declara que na verdade o ato não foi errado ou mau. Quando perdoa, uma pessoa admite que o ato foi errado ou mau, mas escolhe perdoar apesar disso.

Então, o que é perdão?

Perdoar é um ato de altruísmo, é realizar algo agradável que a outra pessoa não merece, ajudando-a a ter o dom da gratidão.

Perdão é quando a justiça e misericórdia vêm juntas.
O perdão não desculpa ou minimiza o ferimento causado pela outra pessoa. Pelo contrário, declara: "Sim, você fez algo que me machucou. Você agiu mal". Mas então perdoar é agir com misericórdia e dizer: "Escolho não sustentar isso contra você. Eu o perdoo".


Perdão é uma demonstração de força e não de fraqueza. Mas homens que mulheres receiam que perdoar e pedir perdão seja uma demonstração de fraqueza pessoal, que os faz perder a imagem de masculinidade. Entretanto procurar restaurar um relacionamento através do perdão é o verdadeiro sinal de força de caráter.

Perdão é uma redução altruísta do desejo de se separar, buscar vingança ou se defender, bem como um desejo de se reconciliar quando puderem ser restabelecidas boas normas morais. Altruísmo é a consideração desinteressada pelo bem-estar da outra pessoa. O perdão é motivado por um coração tocado por empatia e humildade.

Perdão – Reconciliação – Restauração

No casamento, parceiros sempre ferirão um ao outro. Ferir é inevitável. O que distingue os bons matrimônios dos problemáticos é como os casais se reconciliam depois das feridas inevitáveis e se o fazem com eficácia.

O perdão constitui um passo fundamental na jornada rumo à reconciliação. Reconciliação significa reconstruir a confiança depois de uma violação de confiança. A confiança é reconstruída quando ambas as partes evidenciam um comportamento amoroso e confiável.

O que é que leva a pessoa a parar de se sentir magoada e estar pronta para agir com amor? Duas coisas: por um lado, a pessoa que infligiu o ferimento precisa sinalizar que está depondo as armas, amolecer o coração, mostrar-se vulnerável. Por outro lado, a que sofreu o ferimento tem de sinalizar que se distancia da vingança, abdicar do isolamento e da separação, e abrir o coração para o agressor.

Podemos com isto dizer que para se alcançar a restauração de um relacionamento, ambos os parceiros precisam tornar-se peritos tanto em confessar quanto em perdoar.
Pensamento: "A dureza do coração é muito pior do que a decepção, e é um poderoso destruidor de relacionamentos.


Autor Desconhecido

PS: Não espere o outro se arrepender para perdoar, pois alguns nunca vão se arrepender. O perdão é uma escolha que se faz para viver melhor. Liberte-se desse sentimento que não te traz nada de bom. Nem sempre perdoar significa conviver com a pessoa como se nada tivesse acontecido. Pode ser que nunca mais a vejamos. Mas perdoe, porque o perdão nos liberta da mágoa que corrói a nossa alma.

sábado, 14 de setembro de 2013

O navegador e o ouro



Um grande navegador passava pela costa de uma ilha que ele nunca visitara. Como aquela rota era caminho dos antigos piratas, resolveu ancorar sua embarcação a fim de explorar um pouco a ilha e, quem sabe, encontrar nela um tesouro escondido.

Ao desembarcar, ficou maravilhado com tanta beleza natural. Logo iniciou a busca de alguma pista que o levasse ao possível tesouro. Não demorou muito para perceber uma marcação no tronco de uma arvore, indicando medidas e local de algo que poderia vir a ser um tesouro enterrado.

Entusiasmado com a descoberta, prosseguiu em sua busca até chegar ao local indicado. Segundo as instruções, uma arvore precisava ser derrubada e depois era necessário cavar cinco metros abaixo de sua raiz para atingir o tesouro. Feito isso, o navegador encontrou uma caixa de metal contendo muito ouro.

Feliz com sua descoberta, procurou voltar ao navio levando consigo o tesouro. Como o ouro pesava muito, cortou alguns troncos de arvore, amarrou-os e colocou o tesouro em cima para assim poder chegar até onde o navio estava ancorado.

Na volta para casa, já bem distante da ilha, foi pego de surpresa por uma tempestade. Mesmo sendo um navegador experiente, não conseguiu controlar a embarcação e acabou naufragando.

Desesperado, pensou em como salvar o ouro, mas logo percebeu que aquele momento o mais importante era a sua sobrevivência. Assim teve que desprezar o ouro, que afundou junto com o navio. Sobrou apenas, flutuando no meio do mar, a madeira que ele havia cortado para transportar o tesouro ate o navio. Foi graças a ela que o navegante se salvou.

Enquanto aguardava por socorro, ele se manteve boiando, agarrado aos troncos. Nesse momento ele pensou:
"O ouro, ao qual eu dava tanto valor, foi para o fundo do mar. Se eu tivesse me agarrado a ele, também teria afundado. Entretanto os troncos das arvores, que eu julguei não terem valor algum, salvaram a minha vida.

Algumas vezes aquilo a que você se apega é justamente o que o está afundando. Só depois de uma tempestade é que você vai descobrir o que vale a pena ser valorizado ou desprezado.


AUTOR DESCONHECIDO

terça-feira, 3 de setembro de 2013

A montanha das dificuldades





Numa determinada floresta havia 3 leões.

Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse:

- Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar:

Existem 3 leões fortes. Ora, a qual deles nós devemos prestar homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei?

Os 3 leões souberam da reunião e comentaram entre si:

- É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter 3 reis, precisamos saber qual de nós será o escolhido.

Mas como descobrir ? Essa era a grande questão:
Lutar entre si, eles não queriam, pois eram muito amigos.
O impasse estava formado. De novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso.

Depois de várias reuniões eles tiveram uma ideia excelente.

O macaco se encontrou com os 3 felinos e contou o que eles decidiram:

- Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema. A solução está na Montanha Difícil.

- Montanha Difícil ? Como assim ?

- É simples, ponderou o macaco.

Decidimos que vocês 3 deverão escalar a Montanha Difícil.

O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis.

A
Montanha Difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta. O desafio foi aceito.

No dia combinado, milhares de animais cercaram a Montanha para assistir a grande escalada.

O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
O
segundo tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
O
terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.

Os animais estavam curiosos e impacientes,afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os 3 foram derrotados ???

Foi nesse momento que uma águia sábia, idosa na idade e grande em sabedoria, pediu a palavra:

- Eu sei quem deve ser o rei!!! Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa.

- A senhora sabe, mas como? (todos gritaram para a Águia.)

- É simples, - confessou a sábia águia, - eu estava voando entre eles, bem de perto e, quando eles voltaram fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha.

O primeiro leão disse: - Montanha, você me venceu!
O segundo leão disse: - Montanha, você me venceu!
O terceiro leão também disse: - Montanha, você me venceu, por enquanto! Mas você, montanha, atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo.

- A diferença, - completou a águia. -

É que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu problema:

É
rei de si mesmo...E está preparado para ser rei dos outros.

Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão que foi coroado rei entre os reis.

Moral da história:
Não importa o tamanho de seus problemas ou dificuldades que você tenha...Seus problemas, pelo menos na maioria das vezes, já atingiram o clímax, já estão no nível máximo.

" A montanha das dificuldades tem tamanho fixo e limitado".

- mas você não.
-Você
ainda está crescendo.
-Você
é maior que todos os seus problemas juntos.
-Você
ainda não chegou ao limite de seu potencial e performance.

Em Cristo, com amor.
Lena

Uma questão de princípios



Ele estava passando suas compras pelo caixa do supermercado.
A caixa de leite era pesada, então ele perguntou:
- É necessário que eu retire a caixa de leite do carrinho?
- Não, não é necessário, eu sei o código!

Então, ele terminou de colocar suas compras no caixa e passou o carrinho. Pagou, e se dirigiu ao carro. Colocou suas compras no
porta malas, e como de hábito, pegou o ticket do caixa e conferiu para ver se estava tudo certo. Mas qual não foi a sua surpresa ao constatar que a caixa de leite não havia sido registrada. A moça se esqueceu.
Ele olhou para sua esposa e comentou:
- A moça do caixa esqueceu de registrar o leite...

- Poxa, que bom! Vamos embora antes que ela perceba...
- Mas... Isso não está certo! Provavelmente ela terá que pagar
de seu bolso!
- Mas como vão saber que a caixa de leite passou justamente
por aquela caixa!?
- Verdade, realmente não terão como saber... Mas...
Ainda assim, isso não está correto!
- Ahhh, vamos embora!

Ele, sem dizer mais uma palavra, abriu a porta do carro e
voltou ao caixa...
A moça já estava atendendo outra pessoa, então ele disse:
- Moça, com licença... A senhora se esqueceu de passar
a caixa de leite!

Ela o olhou como se estivesse olhando para um extraterrestre...
Pegou o ticket e conferiu...
- É, realmente me esqueci... Um minuto, por favor...

Terminou de passar as compras da pessoa que estava
atendendo e depois
olhou e disse:
- São R$ 15,20!
- Aqui está!

Pagou, e se dirigiu ao carro...

A caixa o acompanhou com os olhos até entrar em seu carro, que estava estacionado logo á frente.
Sua esposa também o olhou como se ele fosse um extraterrestre...
Mas ele, sem dizer uma palavra, ligou seu carro e partiu... Com R$ 15,20
a menos na carteira, mas com sua consciência tranqüila, e com sensação de dever cumprido...

Naquela noite, ele encostou sua cabeça no travesseiro, e pôde dormir...

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

O agir de Deus


O que nossos olhos enxergam conspira contra a nossa fé. A “realidade” visível é o maior inimigo da esperança;  nosso corpo e nossas necessidades gritam pelo socorro de DEUS, a realidade palpável nos açoita e, se não lutarmos contra a incredulidade que o visível nos impõe, desistiremos de orar, clamar e esperar.
Precisamos lembrar constantemente que a realidade não é A REALIDADE; aquela  é apenas uma parte desta. A REALIDADE inclui o mundo espiritual, ela é muito maior, mais ampla do que aquela, A REALIDADE é onde DEUS começa a agir e antes que sua ação chegue à realidade.
Temos que ter força para suportar os fatos “reais”, temos que sustentar a dor com coragem e ter determinação para esperar que A REALIDADE se faça visível diante de nós. Esta coragem e determinação são criadas na oração e na confiança no PAI.
SE VOCÊ ENTREGAR À ELE TUDO NA TUA VIDA, ELE AGIRÁ A TEU FAVOR CONCRETIZANDO A VONTADE DELE EM VOCÊ E AO TEU REDOR. ISSO NÃO É ILUSÃO. A VERDADE, OU MELHOR, A REALIDADE,  AINDA ESTÁ POR SURGIR NO MEIO DOS DESACERTOS, CREIA!!!!

Afinal, a vontade do Senhor é sempre boa, agradável e perfeita (Rm 12:2)

Neuma Fernandes

Fonte: Salmo 37


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Fé e Paciência



Esperar é para mim difícil. Quero respostas no momento. Os adiamentos desconcertam-me; as dilações amedrontam-me. Fico desconcertado com as demoras de Deus, interrogando-me sobre o porquê e quando. “Até quando, Senhor?”

Habacuque também quis respostas, mas Deus escolheu fazer as coisas no Seu tempo. “Sobre a minha guarda estarei … para ver O [Deus] que fala comigo,” escreveu. “A visão é ainda para o tempo determinado,” disse Deus, “espera-o, porque certamente virá” .

A fé nunca desiste. Ela sabe que apesar das aparências, tudo está bem. Ela pode esperar sem sinais significativos de que Deus está agindo, porque está segura NELE. “Cada demora é perfeitamente boa, porque estamos nas mãos seguras de Deus,” disse Madame Guyon (1648-1717).

Também nós temos que aprender a ver cada demora como algo “perfeitamente bom.” Adiamentos são razões para orar em vez de ficar ansioso, impaciente e aborrecido. Demoras são oportunidades para Deus construir aquelas qualidades imperecíveis, mas difíceis de adquirir: humildade, paciência, serenidade, e força. Deus nunca diz: “Espera por um instante,” a menos que Ele esteja fazendo algo na nossa situação – ou em nós. Ele espera para ser gracioso.
Assim sendo, toma alento!
Se a resposta de Deus demorar, “Espera por ela; porque seguramente virá.”

DEUS ALONGA A NOSSA PACIÊNCIA
PARA ALARGAR A NOSSA ALMA.

Portal Arautoevangelico


quarta-feira, 31 de julho de 2013

Uma lenda...uma lição

vida a dois, casamento, namoro cristão


A Arte de Viver Junto

Conta uma lenda dos índios sioux que, certa vez, Touro Bravo e Nuvem azul chegaram de mãos dadas à tenda do velho feiticeiro da tribo e pediram:

- Nós nos amamos e vamos nos casar. Mas nos amamos tanto que queremos um conselho que nos garanta ficar sempre juntos, que nos assegure estar um ao lado do outro até a morte. Há algo que possamos fazer?

E o velho, emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:
- Há o que possa ser feito, ainda que sejam tarefas muito difíceis. Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte da aldeia apenas com uma rede, caçar o falcão mais vigoroso e trazê-lo aqui, com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono; lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com uma rede deverás apanhá-la, trazendo-a para mim viva!

Os jovens se abraçaram com ternura e logo partiram para cumprir a missão.
No dia estabelecido, na frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves.
O velho tirou-as dos sacos e constatou que eram verdadeiramente formosos exemplares dos animais que ele tinha pedido.

- E agora, o que faremos? Os jovens perguntaram.
-Peguem as aves e amarrem uma à outra pelos pés com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas para que voem livres.
Eles fizeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros. A águia e o falcão tentaram voar, mas conseguiram apenas saltar pelo terreno.


Minutos depois, irritadas pela impossibilidade do voo, as aves arremessaram-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar.


Então o velho disse:
-Jamais esqueçam o que estão vendo, esse é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se como também, cedo ou tarde, começarão a machucar um ao outro.
Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados.
Libere a pessoa que você ama para que ela possa voar com as próprias asas.


Essa é uma verdade no casamento e também nas relações familiares, de amizades e profissionais. Respeite o direito das pessoas de voar rumo ao sonho delas.
A lição principal é saber que somente livres as pessoas são capazes de amar.

AUTOR DESCONHECIDO  

segunda-feira, 22 de julho de 2013

LEVA TEMPO!

E Ele o fará.” Sl 37:5

Primeiro eu pensava que, depois de orar, eu devia fazer tudo o que estivesse ao meu alcance para a concretização da resposta. O Senhor me ensinou um caminho melhor, e mostrou-me que meu esforço próprio sempre atrapalhava a Sua operação. Ele queria que eu esperasse em espírito de louvor e só fizesse o que Ele me mandasse.
Parece uma coisa tão insegura, simplesmente ficar quieto e não fazer nada, senão confiar no Senhor. Às vezes, é tremenda a tentação de tomarmos a batalha em nossas próprias mãos. Todos sabemos como é difícil salvar de afogamento uma pessoa que procura ajudar quem a socorre. Assim também, nós impossibilitamos o Senhor de combater os nossos combates, quando insistimos em procurar combatê-los nós mesmos.

Deus precisa de tempo para responder a orações. Muitas vezes falhamos em entender isso. Leva tempo para Deus colorir uma rosa. Leva tempo para Ele formar um carvalho. Leva tempo para Deus tornar em pão um trigal. Ele toma a terra. Ele a amolece. Ele a enriquece. Ele a umedece com chuvas e orvalho. Ele a aquece com vida. Ele dá a lâmina, a haste, o grão dourado, e então, por fim, o pão para o faminto. Tudo isto leva tempo. Por isso nós semeamos, cultivamos, e esperamos, e confiamos, até que seja cumprido o propósito de Deus. Estamos dando uma oportunidade a Ele. A mesma lição se aplica à nossa vida de oração.

Lettie B. Cowman, em “MANANCIAIS NO DESERTO”



Fonte: Salmo 37

sexta-feira, 5 de julho de 2013

A colheita



O homem humilde se surpreende com as muitas coisas boas que vê a sua volta, em vez de escandalizar-se com as coisas que não pode julgar. Ele é grato por suas realizações, mas não se desanima por causa dos fracassos, faz bom uso dos seus dons e logo admite os seus erros. Mantém-se de bom humor apesar da instabilidade e não se deixa abater por causa de seus defeitos de caráter. Sua confiança humilde no amor de Deus e sua fascinação diante da glória de Javé formam uma barreira de espinhos que o impede de ensimesmar-se e o liberta para voltar o olhar para os que estão a sua volta.
Jesus comparou o Reino de Deus à inexplicável colheita feita por um homem que lança a semente na terra. Com esse simples ato, a parte do agricultor está feita. Ele hiberna no inverno, dorme tarde, vai praticar esportes, assiste à televisão, lava roupas, conserta o buraco no telhado. Seja dia, seja noite, a semente lançada germina e brota. Ele não tem a mínima ideia de como isso acontece. A terra faz tudo sem a sua ajuda. Numa manhã ensolarada, ele está pronto para tomar seu farto café, vai até a porta, coça a cabeça olhando para as espigas maduras e faz a colheita. (Mt 4:26-29).
Com a confiança acontece a mesma coisa. Ao longo dos anos, ela se desenvolve e amadurece. Com base na sólida e irrefutável evidência da inabalável fidelidade de Deus, vai surgindo a certeza da credibilidade Daquele que nos ama profundamente. Depois que o agricultor semeia a terra, ele pode dormir tranquilo, e a terra produz o fruto “de si mesma”. O amadurecimento da confiança acontece do mesmo modo. Assim como a pessoa humilde acha fácil dizer “eu não sei”, o discípulo que confia humildemente, quando lhe pedem que explique a certeza que ele tem do amor de Deus, coça a cabeça e diz: “Não dá para explicar, porque eu simplesmente não sei a resposta”.

O cristão confiante descansa certo de que Deus está dia e noite trabalhando na sua vida. À semelhança do agricultor, ele não é totalmente passivo nem age com presunção. Sabe que sua parte do trabalho depende dele e de mais ninguém, mas tem consciência de que o resultado está nas mãos de Deus, e que o fator decisivo é a graça imerecida. Assim, ele trabalha como se tudo dependesse de Deus e ora como se tudo dependesse dele. Ele aprendeu que a única maneira de não ter sucesso na oração é não orando.

Brennan Manning, em “CONFIANÇA CEGA”

Fonte: Salmo 37


quinta-feira, 27 de junho de 2013

A prisão do querer



Max Lucado (03/12/03)



Venha comigo à prisão mais populosa do mundo. A instituição tem mais ocupantes que beliches. Mais prisioneiros que pratos. Mais residentes que recursos.

Venha comigo à prisão mais opressiva do mundo. Apenas pergunte aos ocupantes; eles lhe dirão. Eles estão extenuados e subnutridos. Suas paredes são nuas, e as beliches, duras.

Nenhuma prisão é tão populosa, nenhuma é tão opressiva, e, além disso, nenhuma é tão permanente. A maioria dos ocupantes nunca sai. Eles nunca escapam. Nunca são soltos. Eles cumprem uma sentença de vida nesta abarrotada e mal-provida instituição.

O nome da prisão? Você o verá na entrada. Em forma de arco-íris, acima do portão, seis letras em ferro fundido expressam-lhe o nome:
Q-U-E-R-E-R

A prisão do querer. Você tem visto seus prisioneiros. Eles estão "em querer". Eles querem alguma coisa. Querem algo maior. Mais bonito. Mais rápido. Mais magro.

Eles querem. Eles não querem muito, objeta você. Querem apenas uma coisa. Um novo emprego. Um novo carro. Uma nova casa. Um novo cônjuge. Eles não querem muito. Querem apenas um.

E quando eles tiverem "um", serão felizes. E eles estão certos – eles serão felizes. Quando eles tiverem "um", sairão da prisão. Então acontece. O cheiro de carro novo passa. O novo emprego fica velho. O vizinho compra uma televisão maior. O novo cônjuge possui maus hábitos. As expectativas goram, e antes que se perceba, outro ex-condenado quebra a liberdade condicional e retorna à cadeia.

Você está na prisão? Se você se sente melhor quando tem mais, e pior, quando tem menos. Se o contentamento é uma libertação remota, uma transferência distante, um prêmio ao longe, ou uma renovação afastada. Se a sua felicidade vem de algo que você deposita, dirige, bebe ou digere, encare os fatos – você está na prisão, a prisão do querer.

Esta é a má notícia. A boa é: você tem uma visita. E a sua visita tem uma mensagem que pode pô-lo em liberdade. Percorra o caminho até a recepção. Sente-se em sua cadeira, e olhe através da mesa para o salmista Davi. Ele acena para que você se incline à frente. "Tenho um segredo para você", cochicha ele, "o segredo da satisfação"."O Senhor é o meu pastor; nada me faltará". (Salmo 23:1).

Davi encontrou a pastagem onde os descontentes vão morrer. É como se ele estivesse dizendo: "O que tenho em Deus é maior que o que não tenho na vida".

Acha que você e eu poderíamos aprender a dizer o mesmo?
Pense por um momento nas coisas que você possui. Pense na casa que você tem, no carro que você dirige, no dinheiro que você guardou. Pense nas joias que você herdou, nas ações que você negociou e nas roupas que você comprou. Visualize todos os seus bens, e deixe-me dizer-lhe duas verdades bíblicas.

Seus bens não são seus. Pergunte a qualquer juiz investigador de mortes suspeitas. Pergunte a qualquer embalsamador. Pergunte a qualquer diretor de casa funerária. Ninguém leva nada consigo. Quando John D. Rockefeller, um dos homens mais ricos da história, morreu, seu contador foi interrogado: "Quanto John D. deixou? A resposta do contador: "Tudo!"

"Como saiu do ventre de sua mãe, assim nu voltará, indo-se como veio; e nada tomará do seu trabalho que possa levar na sua mão" (Ec 5:15).

De todos estes bens nada é seu. E sabe o que mais sobre estes bens? Eles não são você. Quem você é não tem nada a ver com as roupas que você usa ou com o carro que você dirige. Jesus avisou: "A vida de qualquer não consiste na abundância do que possui" (Lc 12:15). Deus não conhece você como o companheiro com o terno elegante, ou a mulher com a casa grande, ou a criança com a bicicleta nova. Deus conhece o seu coração. "O Senhor não vê como vê o homem. Pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração" (I Sm 16.7). Quando Deus considera sobre você, Ele pode ver sua compaixão, sua devoção, sua brandura, ou agudeza mental, mas não pensa em suas coisas.

E quando você reflete sobre si, deveria fazer o mesmo. Defina a si mesmo pelo que possui, e se sentirá bem quando tiver muito, e mal, quando não tiver. O contentamento vem quando podemos, honestamente, dizer como Paulo: "Já aprendi a contentar-me com o que tenho... Estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância quanto a padecer necessidade" (Fp 4.11,12).

Doug Mcknight podia dizer estas palavras. Aos trinta e dois anos, ele recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla. Pelos próximos dezesseis anos, isto lhe custaria a sua carreira, a sua mobilidade, e eventualmente a sua vida. Por causa da doença, ele não podia alimentar-se sozinho ou andar; ele combateu a depressão e o medo.

Contudo, do começo ao fim, Doug nunca perdeu o seu senso de gratidão. A evidência disto via-se em sua lista de oração. Amigos de sua congregação pediram-lhe para compilar uma lista de pedidos, e assim poderem orar por ele. Sua resposta incluía dezoito bênçãos pelas quais agradecer, e seis assuntos pelos quais orar. Suas bênçãos excediam três vezes a suas necessidades. Doug Mcknight havia aprendido a estar contente.

De igual modo aprendera a leprosa da ilha de Tobago. Um missionário conheceu-a numa de suas viagens. No final do dia, ele estava liderando a adoração numa colônia de leprosos, e indagou se alguém tinha uma canção favorita. Foi então que uma mulher se voltou e ele viu a face mais desfigurada que jamais vira. Ela não tinha orelhas nem nariz. Seus lábios já não existiam. Contudo, ela levantou uma das mãos sem dedos e pediu: "Poderíamos cantar "Conta as bênçãos?"" O missionário começou a canção, mas pôde terminá-la. Mais tarde, alguém comentou: "Suponho que você nunca mais será capaz de cantar este hino novamente". Ao que ele respondeu: "Não, eu o cantarei novamente. Mas nunca mais da mesma forma".

Você está esperando que uma mudança nas circunstâncias traga uma mudança à sua atitude? Se assim é, você está na prisão, e precisa conhecer um segredo sobre viajar sem bagagem. O que você tem no seu pastor é maior do que você não tem na vida.

Posso intrometer-me por um instante? Qual é a única coisa que separa você da alegria? Como você completaria a frase: "Serei feliz quando ________ " ? Quando eu for curado. Quando eu for promovido. Quando me casar. Quando eu ficar solteiro. Quando eu for rico. Como você completaria esta declaração?

Agora, com a sua resposta firme na mente, responda esta: Se você nunca tirar a sorte grande, se o seu sonho nunca se tornar realidade, se a situação nunca mudar, poderá você ser feliz? Se não, você está dormindo na fria cela do descontentamento. Você está na prisão. E você precisa saber o que você tem no seu Pastor.
Você tem um Deus que o escuta; tem o poder do amor atrás de você, o Espírito Santo dentro de você, e todo o céu dentro de você. Se você tem o Pastor, você possui graça para cada pecado, direção para cada curva, luz para cada canto, e uma âncora para cada tempestade. Você tem tudo o que precisa.

E quem pode tirá-lo de você? Pode a leucemia infectar a sua salvação? Pode a bancarrota empobrecer suas orações? Um tornado pode levar-lhe a casa terrena, mas tocaria ele o seu lar celestial?
E olhe para a sua posição. Por que o clamor por prestígio e poder? Você já não se sente privilegiado por ser parte do maior trabalho da história?

De acordo com Russ Blowers, nós somos. Ele é um ministro em Indianápolis. Sabendo que seria interrogado na reunião do Rotary Club acerca de sua profissão, resolveu dizer mais que "Eu sou um pregador". Em vez disso, ele explicou: "Oi, sou Russ Blowers. Estou num empreendimento global. Temos ramificações em cada país do mundo. Temos representantes em quase todos os parlamentos da terra, bem como nas salas de reunião de diretoria. Somos pela motivação e alteração de comportamento. Movimentamos hospitais, posto de alimentação, centros de gravidez de risco, universidades, editoras e casas de saúde. Cuidamos de nossos clientes do nascimento à morte. Gostamos de seguro de vida e seguro contra incêndio. Realizamos transplante espiritual de coração. Nossa Organização original possui todos os bens imóveis da terra mais um sortimento de galáxia e constelações. Ele conhece todas as coisas e vive em toda parte. Nosso produto é gratuito (Não existe dinheiro suficiente para comprá-lo). Nosso Comandante nasceu numa cidade rústica, trabalhou como carpinteiro, não tinha uma casa, era mal-compreendido por sua família e odiado por seus inimigos, andou sobre as águas, foi condenado à morte sem julgamento, e ressuscitou da morte. Eu falo com Ele todos os dias.”

Se você pode dizer o mesmo, não tem razão para estar contente?
Certa vez um homem foi pedir conselho a um pastor. Ele achava-se no meio de um colapso financeiro. "Perdi tudo", lamentou ele.

"Oh, estou tão triste por você ter perdido a sua fé".

"Não", corrigiu o homem, "não perdi a minha fé".

"Bem, então sinto muito por você ter perdido o seu caráter".

"Eu não disse isto", tornou a corrigir ele. "Ainda tenho o meu caráter".

"Que pena você ter perdido a sua salvação".

"Não foi isto o que eu disse", objetou o homem. "Não perdi a minha salvação".

"Você tem a sua fé, o seu caráter, a sua salvação. Parece-me", observou o ministro, "que você não perdeu nenhuma das coisas que realmente importam".

Nem nós as perdemos. Você e eu poderíamos orar como o puritano. Ele sentava-se para uma refeição de pão e água, curvava a cabeça e dizia: "Tudo isto e Jesus também!"

Não podemos estar igualmente satisfeitos? Paulo declarou que "é grande ganho a piedade com contentamento" (I Tm 6:6). Quando entregamos a Deus o incômodo fardo do descontentamento, não apenas desistimos de algo, mas ganhamos alguma coisa. Deus o substitui por um que seja leve, feito sob medida, à prova de tristeza e adicto da gratidão.

O que você ganhará com o contentamento? Poderá ganhar o seu casamento. Poderá ganhar horas preciosas com os seus filhos. Poderá ganhar o seu auto-respeito. Poderá ganhar alegria. Poderá ganhar a fé para dizer: "O Senhor é o meu pastor; nada me faltará".

Tente dizê-lo bem devagar: "O Senhor é o meu pastor; nada me faltará".
Novamente: "O Senhor é o meu pastor; nada me faltará".

De novo: "O Senhor é o meu pastor; nada me faltará".

Shhhhh. Ouviu alguma coisa? Acho que ouvi. Não tenho certeza... mas acho que ouvi a porta de uma prisão se abrindo.

- (Aliviando a Bagagem, Max Lucado, Casa Publicadora das Assembléia de Deus).

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