sexta-feira, 1 de abril de 2011

Segura na mão de Deus

Composição : Nelson Monteiro da Mota
 
Se as águas do mar da vida quiserem te afogar,
Segura na mão de Deus e vai.
Se as tristezas desta vida quiserem te sufocar,
Segura na mão de Deus e vai.

Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus
Pois Ela, Ela te sustentará.
Não temas, segue adiante e não olhes para trás.
Segura na mão de Deus e vai.

Se a jornada é pesada e sustentas a caminhada,
Segura na mão de Deus e vai.
Orando, jejuando, confiando e confessando.
Segura na mão de Deus e vai.

Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus
Pois Ela, Ela te sustentará.
Não temas, segue adiante e não olhes para trás.
Segura na mão de Deus e vai.

O Espirito do Senhor sempre te revestirá.
Segura na mão de Deus e vai.
Jesus Cristo prometeu que jamais te deixará.
Segura na mão de Deus e vai.

Neblina



"Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou" (Romanos 8:37).

Muitos dos fracassos desta vida estão concentrados nas pessoas que desistiram por não saberem que estavam muito pertos da linha de chegada. Thomas Edison

Florence Chadwick queria ser a primeira mulher a nadar da Ilha Catalina até Long Beach, num total de 26 milhas. Após muitas horas de dor e sofrimento, ela desistiu. Ela foi incapaz de ver o contorno da costa devido a uma espessa névoa . Só depois ela ficou sabendo que abandonou o seu objetivo bem próximo da orla. Ela chorou e lamentou: "Se eu fosse capaz de manter firme o meu propósito eu teria conseguido."

Temos sido capazes de suportar as lutas e adversidades quando caminhamos em direção aos nossos sonhos?

Aplicamo-nos, com determinação, na tarefa de atingir todos os nossos alvos de conquistas? Somos capazes de suportar sofrimentos e aflições, sem desanimar um só momento, quando temos a plena convicção de que chegaremos ao porto de nossas realizações?

Deus tem nos assegurado, pela Sua Palavra, que somos mais do que vencedores. Temos nós confiado nisso?

Tem sido esta promessa um motor que nos impulsiona sempre para a frente, mesmo quando o caminho é íngreme e cheio de obstáculos? Ou será que a nossa fé está alicerçada em fundamentos de areia, sucumbindo ao primeiro vento contrário?

Muitas vezes as névoas deste mundo se colocam diante de nós tentando impedir que vislumbremos a orla das bênçãos que Deus tem preparado para nós. Se a nossa confiança não é firme e inabalável, podemos até desistir. Entristecemo-nos, queixamo-nos da sorte e aceitamos a derrota quando a grande vitória estava a poucos passos adiante.

Se você tem Cristo no coração, segure-se firme em Suas mãos.

Persevere, não duvide jamais. Com chuva ou com sol, com dia claro ou nublado, mesmo que a caminhada seja dolorosa, siga em frente e não desvie os olhos do Senhor. Sua vitória já está assegurada!
Paulo Roberto Barbosa


quinta-feira, 31 de março de 2011

A Pedra



O distraído nela tropeçou...
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, Davi, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Independente do tamanho das pedras, no decorrer de sua vida. Não existirá uma, que você não possa aproveitá-la para seu crescimento. Quanto a sua pedra atual, tenho certeza que Deus irá te dar sabedoria, para mais tarde você olhar para ela, e ter orgulho da maravilhosa experiência que causou em sua vida, no seu crescimento .
Deus te abençoe.

Izabel

segunda-feira, 28 de março de 2011

Reflexão




Um homem, no limite de suas forças, atentou contra a própria vida com uma arma de fogo. Ouvindo o tiro, o vizinho entrou naquele apartamento, e ao lado do corpo encontrou uma carta assim escrita: “Não deu para suportar. Passei a noite toda como um louco pelas ruas. Fui a pé... não tinha condições nem para dirigir. Perdi meu emprego por injustiça feita contra mim. Nada mais consegui. Ontem telefonaram avisando que minha pequena moradia no campo foi incendiada. Estava ameaçado de perder este apartamento por não ter podido pagar as prestações. Só me restou um carro tão desgastado que nada vale. Afastei-me de todos os meus amigos com vergonha desta humilhante situação... e agora, chegando aqui, não encontrei ninguém... fui abandonado e levaram até minhas melhores roupas! Aquele que me encontrar faça o que tem que ser feito. Perdão.” O vizinho dirigiu-se ao telefone para chamar a polícia. Quando chegou viu que havia um recado na secretária eletrônica... Era a voz da mulher do morto: Alô! Sou eu! Liguei para a firma! O engano foi reconhecido e você está sendo chamado de volta na semana que vem! O dono do apartamento disse que tem uma boa proposta para não perdemos. Estamos na nossa casinha de campo. A história do incêndio era trote! Isso merece uma festa, não merece? Nossos amigos estão vindo para cá... Um beijo! Ah! Já coloquei suas melhores roupas no porta-malas do seu carro. Vem logo!

No último minuto Reflita! Tenha fé, Deus não nos abandona nunca, confie na justiça Divina... Não diga ao seu Deus que você tem um grande problema, diga ao seu problema que você tem um grande Deus.
Deus é a Luz que ilumina as trevas

Deus é a Luz estritamente necessária para que os homens possam atravessar a treva. Vocês que tristes choram, levantem os olhos e vejam a Luz de Deus! Vocês que perderam o caminho na treva, levantem os olhos e vejam a Luz de Deus! Vocês acharão o caminho e terão novamente a coragem de seguir avante. Deus não está longe, está junto de todos. Pensem no seguinte: Sou filho de Deus. Em mim existe a Luz de Deus, que me orienta. A Luz de Deus é a luz da Sabedoria. Onde flui a luz da Sabedoria, não haverá escuridão. Agradeço a orientação da sabedoria de Deus.

No deserto




Contam que certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casinha velha - uma cabana desmoronando, sem janelas, sem teto, batida pelo tempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.

Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa.
Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado: "Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo. PS.: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir."

O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema: Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá no fundo do poço, toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia pra próxima pessoa... Mas talvez isso não desse certo.
Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida? Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não se sabia quando?

Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... E a bomba começou a chiar. E nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância! A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela até se fartar. Encheu-a outra vez para o próximo que por ali poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela: "Creia-me, funciona! Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta!"

domingo, 27 de março de 2011

Uma história de amor

amor além das aparências, amor de verdade



“John Blanchard se levantou do banco, ajeitou o uniforme do exército e observou a multidão que tentava abrir caminho na Grand Central Station. Procurou avistar a moça cujo coração ele conhecia, mas não o rosto – a moça com a rosa.

Seu interesse por ela começara treze meses antes, em uma biblioteca da Flórida. Ao retirar um livro da estante, ele ficou intrigado, não com as palavras impressas, mas com as anotações escritas à mão na margem. A letra delicada indicava ser a de uma pessoa ponderada e sensível. Na primeira página do livro, ele descobriu o nome do proprietário anterior, Srta. Hollis Maynell.

Depois de algum tempo e de várias tentativas, conseguiu localizar o endereço dela. Morava em Nova Iorque. Escreveu-lhe uma carta em que se apresentava, e lhe sugeriu que trocassem correspondências. No dia seguinte, ele foi convocado para servir, do outro lado do oceano, na Segunda Guerra Mundial. Durante os treze meses seguintes, os dois passaram a se conhecer por correspondência. Cada carta era uma semente caindo em um coração fértil. Florescia um romance.

Blanchard pediu uma fotografia, mas a moça se recusou a enviar. Achava que se ele realmente gostasse dela, não haveria necessidade de fotografia.
Quando, finalmente, ele retornou da Europa, marcaram o primeiro encontro, às 19 horas, na Grand Central Station de Nova Iorque.
Você me reconhecerá, ela escreveu, pela rosa que estarei usando na lapela.

E às 19 horas, Blanchard estava na estação à espera da moça, cujo coração ele amava, mas cujo rosto nunca vira.

Deixemos que o próprio Blanchard conte o que aconteceu:

Em minha direção vinha uma jovem alta e esbelta. Seus cabelos loiros encaracolados caíam nos ombros, deixando à mostra as orelhas delicadas; os olhos eram azuis da cor do céu. Os lábios e o queixo tinham uma firmeza suave, e sua figura em traje verde claro se assemelhava à chegada da primavera. Comecei a caminhar em sua direção, sem absolutamente notar que não havia rosa em sua lapela. Quando me aproximei, um sorriso leve e provocante brotou em seus lábios.

- Gostaria de me acompanhar, marujo? Ela murmurou.
De maneira quase incontrolável, dei um passo em sua direção e aí avistei Hollis Maynell.
Ela estava em pé, atrás da jovem. Aparentava mais de 40 anos, e seus cabelos presos sob um chapéu surrado deixavam entrever alguns cabelos brancos. Seu corpo era roliço, tinha tornozelos grossos e usava sapatos de salto baixo. A moça do traje verde claro estava se distanciando rapidamente. Senti como se estivesse dividido ao meio, desejando ardentemente segui-la, mas ao mesmo tempo, profundamente interessado em conhecer a mulher cujo entusiasmo me acompanhara e me sustentara.

E lá estava ela. Seu rosto redondo e pálido estampava delicadeza e sensibilidade, os olhos cinzentos irradiavam meiguice e bondade. Não hesitei. Peguei o pequeno livro de capa de couro para me identificar. Poderia não ser um caso de amor, mas seria algo precioso, algo talvez melhor do que amor, uma amizade pela qual era e seria sempre grato.

Endireitei os ombros, cumprimentei e entreguei o livro à mulher, apesar de me sentir sufocado pela amargura de meu desapontamento, enquanto lhe dirigia a palavra:
- Sou tenente John Blanchard, e você deve ser a Srta. Maynell. Estou satisfeito por ter vindo ao meu encontro; aceita um convite para jantar?

No rosto da mulher surgiu um sorriso largo e bondoso.
- Não sei do que se trata, filho, ela respondeu, mas a jovem de traje verde que acabou de passar por aqui me pediu para usar esta rosa na lapela. Falou também que se você me convidasse para jantar, eu deveria dizer que ela está à sua espera no restaurante do outro lado da rua. Ela me contou que se tratava de uma espécie de teste.”

Max Lucado

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sábado, 26 de março de 2011

Aprenda com os bebês




Após a fase de engatinhar no chão, o bebê começa a querer andar. Mas ele não consegue andar de um momento para outro. Levanta e cai, levanta-se anda e cai e assim por muitas vezes.

Entretanto, a cada vez que cai não pensa: Não conseguirei andar, pois já cai uma vez! Nem é dominado pelos pensamentos e sentimento de não ser capaz.

Ele esquece imediatamente que levou um tombo, levanta-se novamente e esforça-se para tornar a andar. Não importa quantas vezes caia, ele logo afasta da mente o fato de ter caído e torna a andar.

No (Sl. 27:11) Davi ora assim:" Ensina-me a fazer a tua vontade pois és o meu Deus; guie-me o teu bom Espírito por terra plana".

O que devemos aprender com esta lição:

Que devemos colocar Deus em primeiro lugar em nossas vidas.
O sucesso não reside no fato de não cair e sim de não nos prendermos a essas quedas momentâneas e avançarmos esforçando-nos até conseguirmos nossos sonhos. Devemos encarar a vida com esperança, otimismo, acreditando que sempre conseguiremos o que realmente determinamos alcançar.

“A chave do êxito estará sempre em nossas mãos, se a gente não desistir nunca de encontrá-lo”.
Em Cristo, com amor.

Lena