segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Momento inesquecível

Imagem do Google

Seu nome é Joe. Tem o cabelo um tanto quanto selvagem, usa velhas camisas que até tem alguns furos, calças jeans e, na maioria das vezes, nenhum calçado. Esta foi sua indumentária durante os seus quatro anos de faculdade.

É brilhante. Um tipo meio estranho (aliás muito estranho), mas muito brilhante. Acabou por se tornar um cristão durante o período de faculdade.
Situada em uma rua do campus, a igreja era frequentada por pessoas muito bem vestidas e muito conservadoras. Um dia Joe decidiu ir até lá. Adentrou com aquele seu jeito: descalço, calças jeans, camiseta e seu cabelo selvagem.
A cerimônia já tinha começado e Joe andou pelos corredores à procura de algum lugar vago. A igreja estava completamente cheia e ele não conseguiu encontrar um assento.

Podia-se perceber que para algumas pessoas a situação era incômoda, mas ninguém disse nada. Joe foi chegando cada vez mais perto do altar e quando percebeu que não havia nenhum assento vago, ele simplesmente sentou-se direto no tapete. Embora fosse um comportamento perfeitamente aceitável em meio à uma faculdade, isto nunca tinha acontecido naquela igreja.
Agora as pessoas estavam visivelmente irritadas e a tensão podia ser sentida no ar. O ministro percebeu que saindo dos fundos da igreja, um velho padre caminhava lentamente em direção à Joe. O diácono está com seus quase oitenta anos, o cabelo chega a ser prateado, veste um elegante terno e traz um relógio de bolso. Um homem devoto, muito elegante, muito digno, muito nobre.

Caminha com um bastão e enquanto anda em direção ao jovem, todos dizem a si mesmos
- Não se pode responsabilizá-lo pelo que irá fazer. Não se deve esperar que um homem com esta idade e formação, vá compreender um jovem da faculdade sentado no chão da igreja...

Passa-se um bom tempo até o homem alcançar o jovem.
A igreja está em total silencio, à exceção do estalar do bastão. Todos os olhos estão fixos nele. Não se ouve nem uma respiração qualquer. As pessoas estão pensando, o ministro não pode fazer a leitura até que o diácono faça o que tem que fazer.

E então veem aquele homem idoso deixar cair seu bastão no chão. Com grande dificuldade se abaixa e senta-se ao lado de Joe e lhe diz:
- Assim você não estará sozinho.


Estão todos ainda sufocados pela emoção, quando o ministro recupera o controle e diz:
- O que estou a ponto de lhes dizer, vocês jamais se lembrarão. O que vocês acabaram de assistir, jamais se esquecerão.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Resposta de Deus pra você



VOCÊ DIZ:

ISSO É IMPOSSÍVEL.
DEUS DIZ: TUDO É POSSÍVEL (Lc. 18,27).

EU JÁ ESTOU CANSADO.
DEUS DIZ: EU TE DAREI REPOUSO (Mt. 11.28,30).

NINGUÉM ME AMA DE VERDADE.
DEUS DIZ: EU TE AMO (Jo. 3,16-13,34).

NÃO TENHO CONDIÇÕES.
DEUS DIZ: MINHA GRAÇA É SUFICIENTE (II COR. 12,9).

NÃO VEJO SAÍDA.
DEUS DIZ: EU GUIAREI TEUS PASSOS (Prov. 3,5-6).

EU NÃO POSSO FAZER.
DEUS DIZ: VOCÊ PODE FAZER TUDO (Fil. 4,13).

ESTOU ANGUSTIADO.
DEUS DIZ: EU TE LIVRAREI DA ANGÚSTIA (Sl. 90,15).

NÃO VALE APENA.
DEUS DIZ: TUDO VALE A PENA (Rm. 8,28).

EU NÃO MEREÇO PERDÃO.
DEUS DIZ: EU TE PERDOO (I Jo. 1,9-Rm. 8,1).

NÃO VOU CONSEGUIR.
DEUS DIZ: EU SUPRIREI TODAS AS SUAS NECESSIDADES (Fil. 4,19).

ESTOU COM MEDO.
DEUS DIZ: EU NÃO TE DEI ESPÍRITO DE MEDO (II Tm.1,7).

ESTOU SEMPRE FRUSTRADO E PREOCUPADO.
DEUS DIZ: CONFIAI-ME TODAS AS SUAS PREOCUPAÇÕES (I Pd. 5,7).

EU NÃO TENHO TALENTO SUFICIENTE.
DEUS DIZ: EU TE DOU SABEDORIA (I Cor. 1,30).

NÃO TENHO FÉ.
DEUS DIZ : EU DEI A CADA UM UMA MEDIDA DE FÉ (Rm. 12,3).

EU ME SINTO SÓ E DESAMPARADO.
DEUS DIZ: EU NUNCA TE DEIXAREI E TE DESAMPARAREI (Hb. 13,5).

domingo, 22 de dezembro de 2013

Natal - O sonho de Maria



Tive um sonho esta noite, José. E não entendo. Realmente, não entendo, mas acho que foi sobre uma celebração de aniversário para nosso Filho. As pessoas tinham se preparado para isso durante umas seis semanas aproximadamente. Tinham decorado a casa e comprado novas roupas. Tinham feito muitas compras e presentes bem elaborados também foram comprados.

Era peculiar, embora, porque os presentes não eram para nosso filho. Embrulharam-nos em papel lindo e os amarraram com laços adoráveis e os empilharam sob uma árvore.

- Sim, isso mesmo, uma árvore, José, dentro de casa. Tinham decorado a árvore também. Os ramos estavam cheios de bolas e ornamentos cintilantes. Havia uma figura no topo da árvore. Pareceu-me ser um anjo.

- Ó, mas era lindo. Todo mundo risonho e feliz. Estavam todos animados com os presentes. Deram os presentes um ao outro, José, mas não a nosso Filho.

- Eu acho que eles não O conheciam. Eles nunca mencionaram seu nome. Não te parece estranho as pessoas celebrarem o aniversário se eles não conhecem o aniversariante?

- Tive o estranho sentimento que se nosso Filho tivesse ido a esta celebração, ele teria sido um intrometido.

- Tudo era tão lindo, José, e todo o mundo tão cheio de alegria, mas fizeram-me chorar. Como é triste para Jesus não ser querido na celebração de seu próprio aniversário...

- Mas estou feliz por ter sido apenas um sonho, José. Como seria terrível se tivesse sido real...

Autor Desconhecido

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Reencontros



Aquele cheiro de feijão cozinhando foi demais para Eduardo. Depois de muito tempo nas ruas, comendo os restos do que conseguia, ele deixou-se levar pelo aroma daquele feijão e, quando viu, estava batendo palmas naquela casa de onde provinha o aroma tão marcante. Uma senhora de cabelos brancos e com um avental na cintura, também branco, atendeu e não se assustou com a roupa dele, já muito gasta, nem pelos seus cabelos enormes, que há muito não viam um corte.

Eduardo ficou mudo diante daquele rosto tão bondoso. Sua voz não saía, e ele gaguejou:
- "Bom...bom...bom dia. Sabe, é que eu senti o cheiro do feijão cozinhando e lembrei me da minha mãe, lembrei-me da fome e resolvi pedir um pouco, se a senhora puder. Pode ser num copo plástico mesmo, só para eu poder matar a vontade de comer esse feijão tão cheiroso.

Dona Benedita ficou surpresa com o desejo daquele menino. Sim, apesar das roupas velhas e sujas, do rosto marcado pela sujeira, aquele rapazote não deveria ter mais do que 15 ou 16 anos. Até hoje ela não sabe o porquê daquele gesto tão incomum nos tempos atuais, onde a violência está em cada esquina. O fato é que ela se comoveu com aquele menino e pediu para que entrasse.

Eduardo não sabia o que fazer. Nunca alguém o convidara para entrar em uma casa. O máximo que faziam era dar uma comida misturada em latas de goiabada ou em embalagem plástica de sorvete, que normalmente as pessoas nem queriam de volta, como se ele tivesse alguma doença contagiosa.

Timidamente ele entrou naquele quintal enorme e, seguindo aquela senhora tão amável, entrou numa cozinha muito bonita, simples, com azulejos azuis claros nas paredes, piso vermelho brilhando, uma mesa e 4 cadeiras brancas. Na mesa, uma toalha muito branca e já sobre ela, arroz em uma travessa, água fresca, pratos e copos."Ah, meu Deus, o paraíso deve ser assim!", pensou Eduardo.

Sem saber o que fazer, ficou ali, na porta, em pé, observando aquele ambiente que lhe deu uma paz indescritível. Ele já estava andando pelas ruas há mais de 4 anos, desde que sua mãe morreu, lá naquele Estado distante, Sem nenhum parente. Eduardo lembrava-se apenas da mãe dizendo que teve um paizinho muito querido, que morava em São Paulo, lá pelas bandas da Vila Maria, que ela amava muito e queria tanto ver.
Lembrava da mãe chorando todas as noites, falando baixinho para ele não acordar, da saudade do pai e da mãe tão amada, que morreu de uma doença nos pulmões, sem rever os parentes.

Dona Benedita, voltou de um dos cômodos trazendo uma toalha e algumas roupas usadas mas muito limpas, e foi falando para ele tomar um bom banho e se trocar, enquanto ela acabava o feijão. Sem saber muito o que fazer, Eduardo entrou naquele banheiro e tomou o banho mais gostoso da sua vida. Ele também nunca viu tanta água encardida sair de uma pessoa...

Aos poucos, aquela marca e aquela casca impregnada das ruas foram saindo. Junto iam as dores, as mágoas, e ele se pegou cantando. Quando saiu do banheiro, Dona Benedita ficou parada olhando para aquele rosto, os cabelos ligeiramente alourados, cheios de cachos...

Dona Benedita imediatamente lembrou-se da sua filha, que saíra de casa numa briga com o pai. Ela engravidara de um rapaz que não quis assumir a criança. Vicente, homem das antigas, não soube entender a filha mais nova, grávida e sem marido, e, num gesto impensado, mandou-a embora. Os dois discutiram e moça falou que ela não era mais a sua filha. Ela saiu naquela noite de Setembro e nunca mais deu notícias.

Aquilo foi demais para o velho pai, que, apesar do modo grosseiro de tratar os filhos, rude, acostumado somente ao trabalho, amava como louco a sua filha, e todos os dias, depois que ela partiu, saia às ruas atrás de notícias, de alguma pista que o levasse até ela. Arrependido, Vicente foi definhando, definhando e morreu 4 meses depois, sem nunca mais a ver.

E ali estava aquele rapazote, com o rosto parecido com o da filha. Mas, Dona Benedita voltou à realidade do feijão na mesa, e o mandou sentar. Quando o rapaz colocou a primeira garfada na boca, grossas lágrimas escorreram pelo seu rosto. Dona Benedita, percebendo a situação, perguntou: "Que foi filho? O feijão está tão ruim assim que te fez chorar?".

Eduardo sorriu timidamente e disse que não. Era apenas a lembrança da mãe que ele amava tanto...
Em silêncio eles comeram e, notando o apetite do rapaz, ela mesma o serviu mais duas vezes. Depois, ela passou um café; perguntou o seu nome; quis saber um pouco da sua história. Ele só falou o nome e saiu agradecendo a sua melhor refeição dos últimos tempos.

Meia hora depois, com roupas limpas, banho tomado e barriga forrada, Eduardo acabou descobrindo que já estava na Vila Maria e isso acendeu a sua esperança. Mas, quando a noite chegou, ele viu, pelas luzes que se acendiam, que aquele lugar era muito grande, e sem maiores detalhes do avô e da avó que nunca tinha visto, imaginou que seria impossível encontrar os parentes.

Enquanto isso, Dona Benedita, estava no seu quintal, observando a noite. Tem sido assim desde que a filha sumiu no mundo. Sempre olhando para o céu, ela sempre nota que uma estrela se destaca das outras, É para essa estrela que ela se dirige há muitos anos, como se fosse para a própria filha. Nessa noite, o seu coração estava inquieto. Aquele rapaz na cozinha mexeu com ela. Ao olhar para a sua estrela favorita, notou que ela parecia girar, brilhando mais forte. Dona Benedita imediatamente reviu a imagem do Eduardo e ficou pensando...

No dia seguinte, Dona Benedita sai cedo, sem destino. Passou pelas ruas perguntando se alguém tinha visto um andarilho, descrevendo-o. Ela precisava tirar uma dúvida e não podia perder a oportunidade.
Encontrou-o numa praça, sendo abordado por dois policiais, que o agarravam com ares de poucos amigos. Dona Benedita chamou-o pelo nome e, ao olhar para ela, os policiais soltaram-no e perguntaram se ela o conhecia. Ela respondeu afirmativamente, o que fez com que o menino fosse libertado.

Assustado, Eduardo agradeceu pela gentileza e Dona Benedita fê-lo sentar no banco e contar a sua história. Conforme ele ia contando, a mulher percebia os pontos em comum com a história da sua filha: o tempo decorrido e a sua idade, os cabelos cacheados e aqueles olhos, que agora ela parecia ver como um espelho, que refletiam os olhos do seu amado marido. Quando ele falou o nome da sua mãe, Dona Benedita começou a chorar. Chorou tanto e abraçava tanto Eduardo que ele ficou com medo de ela morrer: "Mas, dona, o que foi que eu fiz?... Por favor, me fale... Pare de chorar.

Dona Benedita secou as lágrimas e contou a história da filha. Então, Eduardo percebeu que a sua busca tinha acabado. Ela acabou de encontrar a sua família e foi a vez de ele se entregar naquele colo e chorar.


O tempo passou...

Mais de 12 anos já se passaram desde aquele "reencontro". Eduardo é um arquiteto de muito prestígio na construtora onde trabalha. Casou-se e tem dois filhos e, mesmo podendo morar no seu elegante apartamento, preferiu ficar naquela casa que o abrigou, ao lado da sua avó, que sempre faz aquele feijão cheiroso que o conquistou.

Toda noite Dona Benedita ainda sai para o quintal, olha para o céu e fala com a filha, olhando para aquela mesma estrela, que agora, desde o dia em que Eduardo apareceu, tem outra estrela ao lado. Dona Benedita tem certeza que pai e filha se reencontraram no céu, no lugar onde o amor venceu e sempre vencerá.

E, se essa história lhe parece impossível, talvez seja por isso que ainda sofra com algumas decepções e deixe de lutar pelos seus sonhos. Talvez tenha esquecido de amar um pouco mais, de dar mais dois passos na direção à sua estrela e descobrir que, apesar da noite escura e chuvosa, ela jamais deixou de brilhar.

(Autor Desconhecido)

Cave poços no deserto



Não devemos nos acomodar com os problemas
e considerá-los parte da nossa vida,
pois Deus abençoa, e não amaldiçoa.
A cada dia temos a oportunidade para crescer
e aprofundar nossa vida em Deus.

Alguém já disse que a glória de hoje
tem raízes nas tribulações de ontem.
Não aceitamos os problemas como
uma ordem de Deus para a nossa vida,
mas também não nos desesperamos
nem nos revoltamos por causa deles.

Caminhamos firmes, rumo às promessas
e ao cumprimento dos sonhos de Deus para nós.
Esse caminhar seguro, nos capacitará a cavar poços no deserto
e a fazer brotar a vida de Deus em meio às adversidades.

O tempo da nossa jornada ali será frutífero,
pois não apenas beberemos das águas,
mas as daremos a quem passar por nós,
aos que verão Deus em nossa vida.

Brilhar nas adversidades
é sentir Deus agindo em nossa vida,
mesmo quando tudo indica que Ele está desinteressado;
é poder sorrir quando a alma chora,
pois o espírito está em unidade com o Pai;
é amar e ajudar quando nós mesmos
precisamos de ajuda. Josué 1:9. Amém!

Que o Senhor me perdoe por todas as vezes que me lamentei, quando ainda tinha forças para lutar. Deus abençoe as nossas vidas!


sábado, 23 de novembro de 2013

Deus faz tudo ser diferente



Você já ouviu a história do porquê o elefante de circo não foge se só está amarrado por uma corda presa a uma estaca no chão? É porque ele foi amarrado assim desde pequeno e quando tentava se soltar, não tinha forças para isso. De tanto tentar e jamais conseguir, acabou se conformando com a situação. Agora adulto, tendo força suficiente para se libertar, nem tenta mais porque acredita não ser capaz.

Isso também acontece com a gente. Quantas vezes tentamos alcançar nossos objetivos e fracassamos e acabamos desistindo por acreditar ser impossível? Mas fracassamos porque tentamos sozinhos. Tente de novo. Você não está mais sozinho, Deus agora está com você. E Deus faz tudo ser diferente. Para Ele não há impossível. Não importa quantas vezes você fracassou, o Senhor te estende a mão e te diz: Venha, eu guiarei os teus passos.

Mas você pode pensar: mas eu já coloquei nas mãos de Deus e ainda assim não deu certo. Bem, às vezes acontece de a gente querer tanto uma coisa que se convence de que vai dar certo de qualquer jeito. Mas isso não é fé. Fé é você estar em perfeita sintonia com Deus, entregar teus planos nas mãos Dele e realmente descansar. Não fique com medo, Deus jamais vai te decepcionar. Não deixe a dúvida entrar no seu coração, ela te paralisa e te enfraquece. Você não vai conseguir sair do lugar se duvidar. Saiba que a expressão que mais se repete na bíblia é Não Temas.

Confie, confie, confie! Mesmo que pareça impossível, mesmo que nunca tenha dado certo antes. Peça sabedoria a Deus, peça para Ele te guiar os teus passos. E se as coisas não acontecerem imediatamente, continue confiando, não desanime. Lembre-se: você não vai resolver sua situação se desanimar, o desânimo não traz nada de valor, só atrasa a sua benção.

Uma história, não sei de quem é, conta que, num período de seca, as pessoas de uma determinada cidade se reuniram para orar a Deus pedindo chuva, mas só um garoto levou o guarda-chuva. Ou seja, só ele de fato acreditava no milagre. Seja como esse garoto. Deus é fiel e jamais desampara os que Nele confiam.


Autora: Alice

Como alguns já sabem, periodicamente estarei publicando textos de minha autoria aqui no blog. 
Os textos terão o marcador Minhas Reflexões. Se você quiser ler o primeiro post é só clicar - Aprendendo a Confiar em Deus.